Contém ESPOILERS!
A introdução dos novos personagens é bastante interessante. O ritmo é bom, embora dê a sensação de encheção, às vezes. Mas que diabos de desfecho é aquele? Parece até que cortaram o epísódio ali.
A direção tem bons momentos, principalmente os saudosos planos que mostram um grupo todo.
Enfim, esta temporada vai ser demais.
Excelente - 9/10
Mistery Blog
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
"The Hobbit: An Unexpected Journey"
Contém ESPOILERS!
The Hobbit faz o que um filme
como este – o retorno a uma franquia após quase uma década – “deve” fazer: mostra
o que aconteceu logo antes da festa de despedida de Bilbo, mostra planos
remetentes à trilogia original, mostra Gollum. Digo isso porque não dá para
dizer que o filme faz homenagens. Tudo soa forçado.
Logo no início, há dois quase-números
musicais totalmente fora de contexto: primeiro, um bastante original em que
sujeitos desleixados cantam alegremente enquanto comem e bebem. Depois, os
anões fumam e cantam. Só cantam. Todos.
O filme é incrivelmente esticado. Já não
bastava dividir um livrinho daquele ser divido em 2 filmes (3, agora - não li,
mas não acredito que haja tanto conteúdo). Já era lógico que os filmes seriam
longos, mas não tanto. Além disso, o roteiro é repetitivo, enfiando os hobbits
em inúmeros perigos, que não provocam tensão alguma, já que sabemos que Bilbo
sobrevive a todos e nunca conseguimos nos importar com os personagens novos,
pois são praticamente iguais e unidimensionais.
O humor pastelão (prefiro o termo em inglês)
é só um tempero. Conseguimos rir de verdade em poucos momentos.
A trilha sonora e o visual não poderiam
ser menos que excelentes. Entretanto, Peter Jackson, coitado, se cansou de entender das
coisas e não faz ideia do que é esse tal de "3D" de que os jovens
tanto gostam.
Medíocre - 5/10
quinta-feira, 11 de julho de 2013
"Lost", 4x01: "The Beginning of the End"
Contém ESPOILERS!
A 4ª temporada começa num ótimo ritmo e apresenta pontos que certamente vão ferver (ui) nesta nova etapa.
Que sacada - que sacada -, essa de separar o grupo. Essa certamente foi a melhor novidade na trama e tomara que seja bem aproveitada.
Os flashforwards, como já disse antes (ou não), são outra ótima sacada, conferindo um ar novo ao drama conforme não passamos mais a conhecer do passado dos personagens, mas ainda se envolver com eles no aftermath do escape da Ilha - sim, é bastante auto-descritivo...
Excelente - 9,5/10
A 4ª temporada começa num ótimo ritmo e apresenta pontos que certamente vão ferver (ui) nesta nova etapa.
Que sacada - que sacada -, essa de separar o grupo. Essa certamente foi a melhor novidade na trama e tomara que seja bem aproveitada.
Os flashforwards, como já disse antes (ou não), são outra ótima sacada, conferindo um ar novo ao drama conforme não passamos mais a conhecer do passado dos personagens, mas ainda se envolver com eles no aftermath do escape da Ilha - sim, é bastante auto-descritivo...
Excelente - 9,5/10
sexta-feira, 21 de junho de 2013
"The Matrix Revolutions"
Contém ESPOILERS!
É fato que esta sequência desiste das ótimas ideias abordadas no filme anterior para dar um final focado na ação. Infelizmente, eles fizeram isso muito bem.
Os roteiristas parecem ter dado tudo de si no filme anterior, já que este quase se esquece da complicada trama do rico Reloaded, além de introduzir alguns pontos idiotas: que diabos é aquela desculpa para a substituição de Gloria Foster (e por uma atriz fisicamente parecida)? E, pelo amor de Gandalf, o que acontece ao final da luta definitiva?! Além disto, o roteiro continua a apresentar diálogos ridículos e acaba não investindo no drama dos personagens.
A ação não é exatamente empolgante, mas forte (o que é lógico, já que, desta vez, elas são de guerra). Fortes o bastante para mascararem os maus-tratos às ideias e me fazerem dar aquela nota ali.
A substituição da competente Gloria Foster é algo triste, já que Mary Alice não consegue fazer mais que imitar o modo como a primeira falava. E, se o carisma de Keanu Reeves já era mascarado pelos óculos escuros, os ferimentos severos que Neo sofre fazem o ator merecer elogios. Já Ian Bliss é quase uma réplica de Hugo Weaving.
A trilha sonora é ótima e o visual impressiona para um filme de 2003.
Excelente - 9/10
É fato que esta sequência desiste das ótimas ideias abordadas no filme anterior para dar um final focado na ação. Infelizmente, eles fizeram isso muito bem.
Os roteiristas parecem ter dado tudo de si no filme anterior, já que este quase se esquece da complicada trama do rico Reloaded, além de introduzir alguns pontos idiotas: que diabos é aquela desculpa para a substituição de Gloria Foster (e por uma atriz fisicamente parecida)? E, pelo amor de Gandalf, o que acontece ao final da luta definitiva?! Além disto, o roteiro continua a apresentar diálogos ridículos e acaba não investindo no drama dos personagens.
A ação não é exatamente empolgante, mas forte (o que é lógico, já que, desta vez, elas são de guerra). Fortes o bastante para mascararem os maus-tratos às ideias e me fazerem dar aquela nota ali.
A substituição da competente Gloria Foster é algo triste, já que Mary Alice não consegue fazer mais que imitar o modo como a primeira falava. E, se o carisma de Keanu Reeves já era mascarado pelos óculos escuros, os ferimentos severos que Neo sofre fazem o ator merecer elogios. Já Ian Bliss é quase uma réplica de Hugo Weaving.
A trilha sonora é ótima e o visual impressiona para um filme de 2003.
Excelente - 9/10
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Sobre a 3ª temporada de "Lost"
Esta temporada é uma boa contribuição à mitologia da série, mesmo tendo enrolado em alguns momentos e introduzido algumas lindezas (você sabe do que estou falando).
Também nos apresentou a duas manchas (não, não são os 2), que acabaram pesando na até então excelente média.
Só isso. Ao menos, o blog voltou.
Muito boa - 8/10
sábado, 16 de março de 2013
"Lost", 3x22: "Through the Looking Glass"
Contém ESPOILERS!
Esse episódio se beneficiou muito dos flashforwards, o que é bom, já que a trama decepcionou para um season finale.
O roteiro, como no finale anterior, é impecável somente em seus primeiros 2 ou 3 atos. A trama de Jin, Sayid e Bernard enche linguiça até que a de Charlie fosse resolvida. E quem merece ouvir Tom dizer com todas as palavras que eles deviam ter matado os 3 em vez de atirarem na areia?
A trama de Charlie é boa, mas tem o momento mais decepcionante do episódio (mais até que o citado logo acima): a morte de Charlie. Em si, a redenção de Charlie é ótima. Porém, não chorei uma lágrima no momento de despedida de um personagem querido de 3 temporadas.
Mas os flashforwards compensam estes problemas. Além de revelarem o que revelam, abrem as portas para mais daquele bom e velho drama que estava se perdendo nessa temporada (Jack falar sobre seu pai como se este estivesse vivo, nos fazendo pensar que aquele é apenas mais um flashback até o fim do episódio, quando, na verdade, Jack estava meio doidão, é mais uma sacada incrível dos roteiristas). Matthew Fox, sempre competente, encarna esse outro Jack com maestria.
Que venham mais flashforwards!
Excelente - 9/10
Esse episódio se beneficiou muito dos flashforwards, o que é bom, já que a trama decepcionou para um season finale.
O roteiro, como no finale anterior, é impecável somente em seus primeiros 2 ou 3 atos. A trama de Jin, Sayid e Bernard enche linguiça até que a de Charlie fosse resolvida. E quem merece ouvir Tom dizer com todas as palavras que eles deviam ter matado os 3 em vez de atirarem na areia?
A trama de Charlie é boa, mas tem o momento mais decepcionante do episódio (mais até que o citado logo acima): a morte de Charlie. Em si, a redenção de Charlie é ótima. Porém, não chorei uma lágrima no momento de despedida de um personagem querido de 3 temporadas.
Mas os flashforwards compensam estes problemas. Além de revelarem o que revelam, abrem as portas para mais daquele bom e velho drama que estava se perdendo nessa temporada (Jack falar sobre seu pai como se este estivesse vivo, nos fazendo pensar que aquele é apenas mais um flashback até o fim do episódio, quando, na verdade, Jack estava meio doidão, é mais uma sacada incrível dos roteiristas). Matthew Fox, sempre competente, encarna esse outro Jack com maestria.
Que venham mais flashforwards!
Excelente - 9/10
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